Geral

Após as eleições, chegam as cobranças!

Um breve relato sobre o período pós eleitoral

“Um político pensa na próxima eleição; um estadista, na próxima geração.”
James Freeman Clarke

 

Nos últimos dias dos atuais tempos obscuros (que começam a clarear) pós-coronavirais, vivenciamos o 1º Turno das Eleições ao Executivo e Legislativo municipais. Em muitas “terrinhas”, denominadas por um colega de escrita, de “províncias”, o pleito provavelmente já chegou ao final. Cabe destacar que, em muitas delas sem nenhuma surpresa para ninguém.

No entanto, não penso e nem quero comentar esta ou aquela eleição. Mas penso que este é o momento para que os “nobres candidatos” (agora eleitos) pensem nas propostas (e promessas) que fizeram em campanha (ou no calor das emoções).

Lembrando que, em campanha, foram comuns as idas de cada um de vocês (ou dos cabos eleitorais) de casa em casa, para explanar os vossos projetos e afins (ou não). Portanto, estejam “abertos” a receber cada um dos cidadãos em meio à críticas, elogios e sugestões durante (e até mesmo sobre) o vosso mandato.

Da mesma forma, penso que é de extrema importância que, deem transparência ao vosso trabalho. A mídia, seja ela impressa, radiofônica, virtual, etc. (e não somente ela) está aí para isso! Ah… E não há a necessidade de se gastar nada para isso! Só um lembrete… Não esperem o último ano de mandato para o fazerem, na expectativa de uma possível reeleição! Isso é só a “velha política”, o famoso “mais do mesmo” (que vimos por aqui, ali e acolá).

Aprendam a ouvir (um pouquinho mais) as lideranças de bairros, presidentes de entidades filantrópicas, grupos culturais e afins. Eles cumprem um papel importantíssimo, muitas vezes fazendo aquilo que o poder público deixa a desejar (ou simplesmente não faz).

Foquem vossos esforços nos 3 pilares básicos de uma sociedade (saúde, educação e segurança). E claro, tudo isso aliado a geração de empregos, lazer, cultura, etc. Lembrem-se isso nunca foi e nunca será pedir demais, é apenas o que o Estado deve nos assegurar constitucionalmente. Só isso!

Um outro ponto relevante é a nossa juventude, que hoje acha a “política” algo desinteressante. Devemos ter mente que isso ocorre por conta da famosa “velha política”, mas não só! Temos a falta de representatividade desse grupo também! Parem para ouvi-los também! Ah… E pensem em qual legado deixarão às futuras gerações! A velha ou nova política?

Por fim, “nobres candidatos” (agora eleitos), pensem apenas em atuar da mesma forma que gostariam que alguém atuasse para vocês, isso se chama “empatia”. Só isso!

 

Tiago Rafael dos Santos Alves
Professor, Historiador e Gestor Ambiental
Membro Correspondente da ACL e AMLJF
tiagorsalves@gmail.com

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