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Liminar da Justiça afasta do cargo prefeito de Pacaembu alvo de ação de improbidade administrativa

Vice assumiu a função de chefe do Poder Executivo na tarde desta terça-feira (10) em ato solene de posse realizado na Câmara Municipal.

Em ato solene de posse realizado na tarde desta terça-feira (10), na sede da Câmara Municipal, o vice-prefeito Adão Aparecido Viscardi (PV) assumiu o cargo de chefe do Poder Executivo em Pacaembu (SP).

A medida foi tomada após o afastamento do prefeito Maciel do Carmo Colpas (PSDB) do cargo através de uma decisão liminar da Justiça em primeira instância.

Segundo informações apuradas junto à Câmara Municipal, o prefeito Maciel do Carmo Colpas foi afastado do cargo devido a um processo que investiga suposto superfaturamento ou gastos injustificados de notas em viagens do Executivo, movido através de uma ação de improbidade administrativa pelo Ministério Público Estadual (MPE).

O caso corre em segredo de Justiça.

Cabe recurso à decisão liminar da Justiça.

Maciel do Carmo Colpas e Adão Aparecido Viscardi — Foto: Facebook/Reprodução
Maciel do Carmo Colpas e Adão Aparecido Viscardi — Foto: Facebook/Reprodução

 

Outro lado

O Poder Executivo divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (10) segundo a qual a Secretaria de Assuntos Jurídicos da Prefeitura de Pacaembu informa que o prefeito afastado Maciel do Carmo Colpas foi notificado oficialmente sobre a decisão proferida pelo Poder Judiciário local.

Segundo a Prefeitura, Colpas entrará com recurso em pedido de liminar junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), “na plena certeza de que a corte superior reverterá a decisão da Justiça da Comarca e o retornará ao cargo”.

“É necessário contextualizar que a base da ação proposta pelo Ministério Público por meio da Promotoria de Justiça de Pacaembu é sustentada em denúncia de dois vereadores que fazem um trabalho declarado de oposição ao prefeito e, também, na ocupação de cargos públicos já fizeram viagens ou geraram despesas ao município muito superiores e mais suspeitas do que essas que eles próprios denunciaram ao MP”, pontuou a Prefeitura.

“Sendo assim, todos os documentos relacionados a esses fatos já estão sendo levantados e em breve serão encaminhados para providências legais do Ministério Público do Estado de São Paulo”, concluiu o Executivo.

Por Carlos Volpi, TV Fronteira

Fonte: G1 Presidente Prudente

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